Quem sou eu

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Sou graduada em nutrição pela UNISINOS e pós-graduada em nutrição esportiva pela UGF/RJ. Formada em Florais de Bach, pelo Instituto Dr. Edward Bach. Cursos de extensão em Nutrição Funcional pelo Centro Brasileiro de Nutrição Funcional. Ganhadora de cinco prêmios de qualidade empresarial e profissional Agência Focus, na categoria nutricionista. Nutricionista com mais de 13 anos de experiência clínica em atendimentos voltados para o emagrecimento e qualidade de vida. Coach formada em Life Coach, Coaching Executivo Humanizado, Seis Necessidades Básicas Humanas & Empresariais Aplicadas, Coaching Educacional, Oratória Avançada - método Vanessa Tobias Coaching - Florianópolis/SC. Criadora do método de Coaching Nutricional – Leve Mente.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

café da manhã


Quem sai de casa sem tomar café da manhã tem um risco maior de desenvolver doenças cardíacas graves, aponta um estudo publicado no American Jounal of Clinical Nutrition. A chance é grande porque, sair de casa logo cedo de estômago vazio aumenta os riscos de obesidade, causa um acúmulo de gordura ao redor do estômago e eleva dos níveis de colesterol ruins - fatores que podem levar a futuros problemas no coração.

Além disso, pular a primeira refeição importante do dia pode aumentar as taxas de insulina no sangue, o que pode resultar em diabetes. De acordo com os cientistas, o grupo de risco é formado por adultos que mantêm o hábito de não tomar café da manhã desde a infância - o que significa que, aos 20 anos, a pessoa já começaria a trilhar o perigoso caminho rumo a futuras doenças.

Os pesquisadores traçaram um perfil dessas pessoas mais vulneráveis e constataram que, o fato de sair de casa sem se alimentar faz com que elas se tornem mais propícias a comer petiscos e doces ao longo do dia e menos adeptas à prática de exercícios físicos e ao consumo de fibras, vitaminas e minerais. “Pular o café da manhã é a marca de um estilo de vida nada saudável e caótico”, enfatiza a nutricionista Catherine Collins, que fez parte do estudo.

FONTE: REVISTA VEJA

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Suplementos alimentares estão contaminados com substâncias proibidas

Pelo menos 20% dos suplementos alimentares vendidos no mercado brasileiro estão "contaminados" com substâncias proibidas ou controladas.

Esses produtos, usados por atletas e frequentadores de academia, têm fórmulas turbinadas com sibutramina (substância que aumenta a sensação de saciedade), diuréticos, estimulantes e esteroides anabolizantes.

A estimativa --e o problema-- são consenso entre médicos que participaram do 29º Congresso Brasileiro de Endocrinologia e Metabologia, que aconteceu esta semana, em Gramado.

Suplementos alimentares são isentos de obrigatoriedade de registro sanitário na Anvisa. O órgão classifica os produtos como alimento, e não medicamento.

A resolução mais recente sobre o assunto é de 6 de agosto. No documento, os compostos vitamínicos e alimentares são enquadrados na mesma categoria de outros 29 produtos isentos de registro, como sal, gelo, café e óleos vegetais. Segundo a Anvisa, a responsabilidade pela fiscalização da produção desses suplementos é de Vigilâncias Sanitárias dos Estados e municípios.

FÓRMULAS MÁGICAS

Sem fiscalização federal, fica difícil saber o que há nas fórmulas vendidas como milagrosas. "Não há indicação de composição na rotulagem. É difícil ter controle, principalmente com os importados", diz Jocelito Martins, educador físico e oficial de controle da Agência Mundial Antidoping (World Anti-Doping Agency).

Nos EUA e na Europa, o índice de "contaminação" também gira em torno de 20%, de acordo com uma pesquisa da agência mundial.

"No exterior, esses compostos são chamados de petróleo branco. Há cidades nos EUA em que há muitas fábricas e nenhum controle", diz Eduardo de Rose, médico membro do Comitê Olímpico Internacional.

No Brasil, não há nenhum levantamento oficial nem sobre a presença de importados nem sobre as substâncias proibidas. "É um mercado muito polêmico. A isenção de registro é um retrocesso por parte da Anvisa", opina Turíbio Leite de Barros, médico fisiologista da Unifesp (Universidade Federal Paulista).

MAIS POPULARES

Não há dados oficiais, mas dizem os especialistas que o mercado de suplementos só cresce. "Não só atletas de alta performance procuram as fórmulas. Virou quase uma competição: quem não toma, se sente menos preparado", afirma Suzana Bonumá, nutricionista e autora do livro "A Dieta do Corredor" (Editora Academia de Inteligência, 176 págs., R$ 24,90).

Uma das maiores indústrias nacionais do ramo, a Nutrilatina, cresceu 35% no último ano e tem duas linhas de suplementos.

O fato é que não tem como contraindicar os compostos vitamínicos e energéticos. "Já faz parte da cultura do esportista", diz Barros.

Outro ponto importante é que muitos atletas de alto rendimento precisam complementar a dieta. "Um nadador profissional pode gastar até 8.000 calorias por dia", lembra Martins.

Além do gasto energético, a rotina de treinos e competições, muitas vezes, dificulta uma alimentação regrada.

"Como eles treinam muito, acabam se alimentando mal. É difícil suprir as necessidades diárias só com a dieta", complementa Bonumá.

Para fugir de produtos contaminados, o indicado é procurar referências sobre a origem da fábrica. Para os atletas, é mais garantido analisar o composto em laboratório antes de consumir.

FONTE FOLHA DE SÃO PAULO

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

14 de novembro - DIA MUNDIAL DO DIABETES

Atenção aos Sintomas do Diabetes!• Urinar com frequência.
• Sede excessiva.
• Fome aumentada.
• Perda de peso.
• Cansaço.
• Falta de concentração e de interesse em atividades rotineiras.
• Vômitos e dores de estômago (frequentemente confundidas com gripe).
• Sensação de formigamento ou torpor nas mãos e pés.
• Visão embaçada.
• Infecções frequentes
• Feridas de difícil cicatrização.
Caso tenha alguns desses sintomas, consulte seu médico para fazer os
exames adequados.

Fatores de Risco – Diabetes Tipo 2Algumas características podem indicar tendência ao diabetes tipo 2:
• Obesidade e sobrepeso
• Sedentarismo
• Intolerância à glicose identificada por exames
• Hábitos alimentares não saudáveis
• Idade avançada
• Pressão e colesterol altos
• Histórico familiar de diabetes
• Histórico de diabetes gestacional
• Acúmulo de gordura abdominal
• Etnia: asiáticos, hispânicos, indígenas e afrodescendentes.
Se você tem risco de ter diabetes tipo 2, é importante fazer
acompanhamento multidisciplinar.

Semana da Alimentação i9Academia



Seguem fotinhos...

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Azeite de Oliva Extra virgem


Na edição nº 79 da revista Viva Saúde, a seção “Falso ou Verdadeiro” analisou mitos e conceitos comuns sobre o azeite.
O azeite, como é conhecido no Brasil e em Portugal, é um óleo produzido a partir da azeitona, fruto da árvore chamada oliveira, cientificamente classificada como Olea europaea L., da família das oleáceas.
Atualmente, a maior parte da produção de azeitona destina-se a obtenção do óleo ou azeite, e a menor parte para o comércio da fruta.

A primeira menção do papel benéfico do azeite foi apresentada em meados do século passado, por Keys e colaboradores, em um trabalho conhecido como The Seven Country Study. Resultado de 15 anos de pesquisas, o estudo mostrou a relação entre as dietas de sete países e a prevalência das doenças cardiovasculares. Enquanto países, como a Finlândia, apresentavam uma incidência de mortes por doenças cardiovasculares de 1.202/10.000 habitantes e os EUA 773/10.000, os habitantes da ilha grega de Creta tiveram uma incidência de apenas 38/10.000. O resultado deste estudo serviu de base para o conceito de propriedade cardioprotetora derivada dos hábitos alimentares da população Mediterrânea, cujo elemento mais comum foi o consumo de azeite. Desde então, um crescente número de pesquisas foram realizadas a fim de consolidar as propriedades e os benefícios desse alimento para a saúde.

Segundo o IOC, a singularidade do azeite de oliva virgem está no fato de não ser produzido por extração com solventes, mas sim por processo mecânico de prensa a frio, que preserva sua natureza química e antioxidante. É composto exclusivamente pelo óleo da azeitona e não passa por outro processamento além da lavagem, decantação, centrifugação e filtração. Ademais, diferentemente da maioria dos óleos vegetais, provenientes de cereais, o azeite de oliva é extraído de uma fruta e por isso possui características nutricionais e sensoriais peculiares. Dependendo do grau de acidez, que pode variar entre < 0,8%; > 0,8% e < 2%; e > 3,3%, o azeite de oliva é classificado em extra-virgem, virgem e virgem lampante, respectivamente.

O mito de que a gordura é causadora de doenças cardiovasculares pode ser desvendado, uma vez consultadas as recomendações da Sociedade Brasileira de Cardiologia que preconiza que até 30% das calorias totais da dieta seja de gordura. No entanto, especifica que a gordura saturada seja menor que 7%, a poliinsaturada de até 10%, e até 20% de gordura monoinsaturada, encontrada especialmente no azeite. Esse é um dos fatores que contribuem para que a população mediterrânea tenha baixas taxas de doenças crônicas quando comparadas a de outros países, indicando que a qualidade da gordura deve ser levada em consideração e não apenas a quantidade.

Estudos mostram que o consumo de azeite de oliva extra-virgem (25-50ml/dia) melhora o perfil lipídico (diminui colesterol total/ LDL e aumenta HDL), inibe a oxidação de LDL, diminui a expressão de moléculas de adesão, inibe a agregação plaquetária e estimula a produção de óxido nítrico, que é um importante agente regulador da pressão arterial. Esses efeitos, em conjunto, contribuem para um sangue mais fluido e previnem a formação de trombos e placas ateroscleróticas, conseqüentemente protegendo contra as doenças cardiovasculares. Outro importante benefício é a ação anticancerígena, especialmente contra o câncer colorretal. O azeite interfere nos níveis hormonais, na composição celular, em diferentes estágios do câncer, além de agir na expressão gênica, modulando a proliferação, ciclo e apoptose celular. Outras ações encontradas na literatura científica, embora em menor escala, incluem antimicrobiana em doenças como diabetes, doenças reumáticas, câncer de mama, protetor cognitivo e contra a doença de Alzheimer.

Por muito tempo, atribuiu-se os benefícios do azeite de oliva apenas ao tipo de gordura. Contudo, atualmente as propriedades de componentes bioativos representados, principalmente, pelos polifenóis (hidroxitirosol, tirosol, oleocantal) também ganharam destaque científico. Embora apareçam em menor quantidade (1-2%) são determinantes para os efeitos positivos, possuindo ação contra dois dos desequilíbrios mais evidentes nas doenças crônicas: estresse oxidativo e inflamação.

Para adquirir um bom azeite, procure pelo extra-virgem, de marca idônea, em garrafas escuras, com data de fabricação recente, prensado a frio e de acidez menor que 0,8%. Deve-se guardar em local fresco e ao abrigo da luz. Espanha, Portugal, Grécia e Itália são conhecidos pelos produtos de boa qualidade. Importante também procurar por produtos que tenham sido embalados no país de origem, para se evitar riscos de adulteração.

Para que o azeite seja um aliado à saúde é necessário que esteja inserido em um contexto de estilo de vida saudável que extrapola o campo da alimentação e nutrição, respeitando a individualidade bioquímica.

Fonte Blog VP nutricional
Abraços a todos

sábado, 6 de novembro de 2010

Verão chegando



Verão chegando e a preocupação estética também!

Muitos dos problemas estéticos que incomodam mulheres e homens como acne, a flacidez, obesidade, estrias, celulite, gordura localizada e envelhecimento cutâneo podem ser amenizados pela escolha de um meio de vida saudável e de uma alimentação balanceada.

O que a consulta de nutrição pode oferecer a você?

- dietas desintoxicantes
- melhora de sintomas gastrointestinais
- melhor absorção e aproveitamento dos nutrientes
- alimentação saudável adaptada ao seu dia a dia
- formulações nutricosméticas (beleza de dentro para fora)
- antioxidantes (prevenção do envelhecimento)
- fitoterápicos, chás, sucos da beleza, suplementos
- receitas com alimentos funcionais
- perda de peso e gordura


Assim a nutrição estética surge como um plus no tratamento porque além de melhorar sintomas de desequilíbrio - mais saudável você fica muito mais bonita!

aguardo seu contato...abraços