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Sou graduada em nutrição pela UNISINOS e pós-graduada em nutrição esportiva pela UGF/RJ. Formada em Florais de Bach, pelo Instituto Dr. Edward Bach. Cursos de extensão em Nutrição Funcional pelo Centro Brasileiro de Nutrição Funcional. Ganhadora de cinco prêmios de qualidade empresarial e profissional Agência Focus, na categoria nutricionista. Nutricionista com mais de 13 anos de experiência clínica em atendimentos voltados para o emagrecimento e qualidade de vida. Coach formada em Life Coach, Coaching Executivo Humanizado, Seis Necessidades Básicas Humanas & Empresariais Aplicadas, Coaching Educacional, Oratória Avançada - método Vanessa Tobias Coaching - Florianópolis/SC. Criadora do método de Coaching Nutricional – Leve Mente.

quinta-feira, 8 de março de 2012

CONSUMO DE PEIXE REDUZ RISCO DE TUMORES CANCERÍGENOS EM MULHERES

CONSUMO DE PEIXE REDUZ RISCO DE TUMORES CANCERÍGENOS EM MULHERES

Uma pesquisa publicada neste mês no periódico científico American Journal of Clinical Nutrition revela que o consumo de pelo menos três porções de peixe por semana reduz o risco de mulheres desenvolverem tipos específicos de pólipos de cólon — que podem evoluir para câncer colorretal (CCR). Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) indicam que o câncer no cólon e no reto é o terceiro tipo mais incidente em todo o mundo. No Brasil, as regiões Sul e Sudeste são as que apresentam mais casos da doença. O Rio Grande do Sul, estado com o maior número de portadores, tem, aproximadamente, 27 casos a cada 100 mil homens e 27,6 a cada 100 mil mulheres.

Os pesquisadores do Vanderbilt-Ingram Cancer Center, dos Estados Unidos, justificam que a gordura ômega-3, presente em peixes como atum, sardinha e salmão, é capaz de diminuir a inflamação no corpo e ajudar a protegê-lo contra a doença. Para chegar à conclusão do estudo, cerca de 5,3 mil pessoas se submeteram à colonoscopia — exame endoscópico do intestino grosso indicado para diagnosticar tumores iniciais e detectar doenças inflamatórias no intestino e outras patologias. Durante a pesquisa, os participantes revelaram com que frequência consumiam peixes. Também foram analisadas amostras de urina para encontrar biomarcadores — instrumentos que identificam uma substância tóxica ou condições adversas antes que haja danos à saúde.

Fonte: Correio Braziliense

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