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Sou graduada em nutrição pela UNISINOS e pós-graduada em nutrição esportiva pela UGF/RJ. Formada em Florais de Bach, pelo Instituto Dr. Edward Bach. Cursos de extensão em Nutrição Funcional pelo Centro Brasileiro de Nutrição Funcional. Ganhadora de cinco prêmios de qualidade empresarial e profissional Agência Focus, na categoria nutricionista. Nutricionista com mais de 13 anos de experiência clínica em atendimentos voltados para o emagrecimento e qualidade de vida. Coach formada em Life Coach, Coaching Executivo Humanizado, Seis Necessidades Básicas Humanas & Empresariais Aplicadas, Coaching Educacional, Oratória Avançada - método Vanessa Tobias Coaching - Florianópolis/SC. Criadora do método de Coaching Nutricional – Leve Mente.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

OBESIDADE NO BRASIL - DADOS


O peso dos brasileiros vem aumentando nos últimos anos. Em 2009, uma em cada três crianças de 5 a 9 anos estava acima do peso recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Já o déficit de altura (importante indicador de desnutrição) caiu de 29,3% (1974-75) em para 7,2% (2008-09) entre meninos e de 26,7% para 6,3% nas meninas, mas se sobressaiu no meio rural da região Norte: 16% dos meninos e 13,5% das meninas. A parcela dos meninos e rapazes de 10 a 19 anos de idade com excesso de peso passou de 3,7% (1974-75) para 21,7% (2008-09), já entre as meninas e moças o crescimento do excesso de peso foi de 7,6% para 19,4%. Também o excesso de peso em homens adultos saltou de 18,5% para 50,1% e ultrapassou, em 2008-09, o das mulheres, que foi de 28,7% para 48%. Nesse panorama, destaca-se a Região Sul (56,8% de homens, 51,6% de mulheres), que também apresenta os maiores percentuais de obesidade: 15,9% e homens e 19,6% de mulheres. O excesso de peso foi mais evidente nos homens com maior rendimento (61,8%) e variou pouco para as mulheres (45-49%) em todas as faixas de renda. Os resultados são da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009, realizada pelo IBGE em parceria com o Ministério da Saúde. A pesquisa também traz informações sobre as crianças com menos de cinco anos: o déficit de altura foi de 6% no país, sendo mais expressivo em meninas no primeiro ano de vida (9,4%), crianças da região Norte (8,5%) e na faixa mais baixa de rendimentos (8,2%).

FONTE - http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=1699&id_pagina=1

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