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Sou graduada em nutrição pela UNISINOS e pós-graduada em nutrição esportiva pela UGF/RJ. Formada em Florais de Bach, pelo Instituto Dr. Edward Bach. Cursos de extensão em Nutrição Funcional pelo Centro Brasileiro de Nutrição Funcional. Ganhadora de cinco prêmios de qualidade empresarial e profissional Agência Focus, na categoria nutricionista. Nutricionista com mais de 13 anos de experiência clínica em atendimentos voltados para o emagrecimento e qualidade de vida. Coach formada em Life Coach, Coaching Executivo Humanizado, Seis Necessidades Básicas Humanas & Empresariais Aplicadas, Coaching Educacional, Oratória Avançada - método Vanessa Tobias Coaching - Florianópolis/SC. Criadora do método de Coaching Nutricional – Leve Mente.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Brasileiros se alimentam mal em casa!


O brasileiro está comendo mal em casa.
As frutas e verduras, que deveriam corresponder a uma proporção entre 9% e 12% das calorias diárias ingeridas, representam 2,8%. Já os alimentos essencialmente calóricos (óleos e gorduras vegetais, gordura animal, açúcar de mesa e refrigerantes), atingem 28% da caloria consumida.

Os dados fazem parte do levantamento Avaliação Nutricional da Disponibilidade Domiciliar de alimentos no Brasil, feito com base na Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009.

Para chegar a essas informações, os pesquisadores avaliaram apenas os alimentos disponíveis nas residências. E ressalvam que, comparando-se com a POF anterior, de 2002/2003, a despesa com alimentação fora de casa saltou de 24,1% para 31,1% - crescimento de sete pontos porcentuais.

Segundo o trabalho, o brasileiro diminuiu drasticamente a compra de itens básicos, como arroz, feijão e açúcar, m sua alimentação.

A aquisição do feijão para consumo em casa caiu de 14,7 quilos anuais para 7,4 quilos (redução de 49%). Já o açúcar caiu de 15,8 quilos para 3,3 quilos (menos 79%). O refrigerante de guaraná subiu de 1,3 quilos anuais para 6 quilos.

Nesse mesmo período subiu o consumo de alimentos preparados e misturas industriais (o que não era computado na Endef). Hoje a média nacional está em 3,5 quilos anuais, alcançando 8,3 quilos entre os 20% mais ricos. Também aumentaram a aquisição de refrigerante de cola (39,3%), água mineral (27,5%) e cerveja (23,2%).

No carrinho do supermercado, bebidas e infusões são os itens mais adquiridos - a média domiciliar per capita é de 50,7 quilos,

Leite e derivados, frutas, verduras e legumes, gordura animal, bebidas alcoólicas e refeições prontas são mais consumidos pelas classes com maior rendimento.

O consumo de alimentos preparados é 514% maior entre os 20% mais ricos em comparação com os 20% mais pobres (8,4 quilos contra 1,4 quilo).

O estudo do IBGE também constatou que a região Sul do País tem a despensa mais farta. A aquisição anual per capita de carnes (35,7 quilos), laticínios (67,4 quilos), bebidas e infusões (64,1 quilos), hortaliças (38,6 quilos), frutas (36,5 quilos) e alimentos preparados e misturas industriais (4,8 quilos) está acima das respectivas médias nacionais e de outras regiões.

Para os pesquisadores do IBGE, esta diferença pode ser explicada pelo hábito cultural, com aquisições mais frequentes e localização do domicílio próxima da área de trabalho - as pessoas vão em casa para almoçar.

veja a matéria completa em:
http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,brasileiros-estao-se-alimentando-pior-em-casa-mostra-estudo-do-ibge,654372,0.htm

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