Quem sou eu

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Sou graduada em nutrição pela UNISINOS e pós-graduada em nutrição esportiva pela UGF/RJ. Formada em Florais de Bach, pelo Instituto Dr. Edward Bach. Cursos de extensão em Nutrição Funcional pelo Centro Brasileiro de Nutrição Funcional. Ganhadora de cinco prêmios de qualidade empresarial e profissional Agência Focus, na categoria nutricionista. Nutricionista com mais de 13 anos de experiência clínica em atendimentos voltados para o emagrecimento e qualidade de vida. Coach formada em Life Coach, Coaching Executivo Humanizado, Seis Necessidades Básicas Humanas & Empresariais Aplicadas, Coaching Educacional, Oratória Avançada - método Vanessa Tobias Coaching - Florianópolis/SC. Criadora do método de Coaching Nutricional – Leve Mente.

domingo, 31 de outubro de 2010

Receita de shake de açaí

Shake de Açaí ou mirtilo:

- 1 xícara de leite vegetal
- 2 cubos de gelo

- 1 banana, ou 3 colheres de abacate, ou 1 inhame cozido pequeno (para dar cremosidade ao shake)

- 1 embalagem de polpa de açaí ou 2 colheres de açaí em pó vendido aqui

- 1/2 pêra

- 1 colher de sobremesa de farelo de arroz (somente orgânico)

- 1 colher de sobremesa de pó de mesocarpo de babaçú

- 1 colher de sopa de flocos de amaranto

- Açúcar ou seu substituto a gosto.


Obs: Os farelos podem ser encontrados em lojas de produtos naturais.

Modo de fazer:

- Bata todos os ingredientes no liquidificador e sirva!

Variação:

Você pode também substituir o açaí por mirtilos.
Mirtilo ou bluberry é uma frutinha bastante conhecida nos EUA e Europa e ainda raro no Brasil, mas fácil de encontrar nos bons supermecados das grandes cidades das capitais.
Como o blog tem muitos visitantes de outros países onde o açaí não é tão facilmente encontrado, passa a ser a opção deste shake que também fica delicioso
Mirtilos tem basicamente as mesmas propriedades do açaí.

Fonte - http://dietasgsc.blogspot.com/2010/09/shake-de-acai-ou-mirtilo-sem-leite.html

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

CÃIBRAS?

Elas surgem inesperadamente e podem ser decisivas em seu rendimento


As cãibras nada mais são do que uma contração involuntária, espasmódica, súbita e, muito dolorosa, de um ou mais músculos esqueléticos. Estão associadas com fadiga muscular e contrações encurtadas dos músculos. Quando menos se espera elas aparecem, seja durante ou imediatamente após a prática de atividade física ou até mesmo no decorrer de uma noite de sono tranqüila.
Os fatores desencadeantes das cãibras ainda não estão totalmente elucidados. Dentre as causas mais discutidas e estudadas podemos destacar: metabólitos tóxicos produzidos no organismo, perda de sais minerais, desidratação, fatores ambientais, consumo inadequado de carboidratos, esforço muscular excessivo, falta de alongamento, alguns tipos de medicamentos e doenças metabólicas, como por exemplo, hipotireoidismo, diabetes mellitus, miopatias, dentre outras.
Mas fique tranqüilo, pois a maioria dos atletas que sente dores musculares associadas ao exercício é saudável e não apresenta doença sistêmica.
As cãibras musculares associadas ao exercício (CMAE) acometem principalmente atletas de endurance (atividades físicas aeróbicas), especialmente quando o exercício é realizado em intensidade e duração superiores aos treinos de rotina.
Para se recuperar de CMAE um bom período de descanso e alongamentos específicos são essenciais. A chave para sua prevenção é reduzir o risco de desenvolvimento de fadiga muscular prematura durante o exercício. Para tanto, o adequado consumo de carboidratos é fundamental.
Vale destacar que quando as cãibras se tornam recorrentes, desconfortáveis e incontroláveis merecem uma investigação nutricional e médica minuciosa para diagnosticar as possíveis causas e prescrever o melhor tratamento.

Desidratação e perda de sais minerais

Durante a atividade física ou em ambientes muito quentes transpiramos para regular a temperatura corpórea interna. O suor liberado carrega consigo além de água, eletrólitos importantes, principalmente o sódio. Dependendo do esforço realizado a perda de água é representativa e pode ocasionar desequilíbrio nos fluidos corporais, o que interfere na contração muscular e pode favorecer uma contração extremamente rápida e involuntária. Portanto, a desidratação pode ser uma das responsáveis pelo surgimento das cãibras musculares.
O mineral sódio está envolvido nos mecanismos da contração muscular, já que ele é quem leva a informação que o músculo deve se movimentar. Na ausência de sódio o músculo pode se contrair e se “contorcer” de forma rápida e sem controle. Por isso que se recomenda o consumo de bebidas esportivas que contenham sódio em sua composição.
Com uma alimentação equilibrada é possível repor os demais eletrólitos perdidos durante a transpiração.
Estudo também aponta que a desidratação pode aumentar a pressão sobre as terminações nervosas, resultando em cãibras.
Muitas pessoas acreditam que a suplementação com magnésio pode auxiliar na prevenção de cãibras, entretanto, dados da literatura demonstram que uma alimentação equilibrada já é suficiente para suprir a necessidade deste mineral no organismo. Apesar de o magnésio participar da contração muscular, quando os seus níveis plasmáticos encontram-se normais, os suplementos não oferecem benefícios adicionais no que tange à prevenção de cãibras.

Metabólitos tóxicos

Em exercícios intensos de endurance ou quando o consumo de carboidratos é inadequado ocorre redução da disponibilidade de glicogênio muscular. Com isso, é preciso obter energia de outras fontes, como as proteínas. A partir do metabolismo destas ocorre aumento da produção de amônia, um metabólito tóxico para o organismo. O fígado é o órgão responsável pela transformação de amônia em uréia que então, é eliminada através da urina.
Mas, no momento do exercício físico ocorre redução do fluxo sangüíneo para o fígado e, conseqüentemente, de sua atividade, diminuindo a eliminação de amônia, o que pode favorecer o seu acúmulo nas proximidades das fibras musculares. Por ser extremamente tóxica, a amônia pode desencadear cãibras musculares naquela região.
Além da amônia, outro metabólito tóxico que pode estabelecer as cãibras musculares é o ácido lático, proveniente do metabolismo dos carboidratos durante atividades anaeróbicas. O seu acúmulo aumenta a acidez do meio, podendo prejudicar o funcionamento correto das fibras musculares, favorecendo o aparecimento das cãibras.


Temperatura

O fator temperatura também pode ocasionar as cãibras: no calor extremo há uma intensificação das reações químicas envolvidas na contração muscular de modo que podem ocasionar contrações involuntárias. Já em temperaturas muito baixas ocorre vasoconstrição, ou seja, os vasos sangüíneos se contraem, o que reduz a quantidade de sangue que irriga o músculo, gerando as cãibras.

Como evitá-las?

As cãibras devem ser evitadas, pois também aumentam as chances de lesões musculares. Portanto, para preveni-las adote uma nutrição adequada e sessões orientadas de treinamentos.
Para evitá-las hidrate-se adequadamente antes, durante a após a atividade física; tenha uma alimentação equilibrada, rica em grãos integrais, frutas, hortaliças e legumes; consuma quantidade adequada de carboidratos para evitar que a massa muscular seja utilizada como fonte de energia, gerando metabólitos tóxicos; reponha o sódio durante a transpiração e entre as séries de treinamento físico intenso. Além disso, um músculo melhor preparado, bem fortalecido, aquecido e alongado apresenta menor risco de sofrer contrações involuntárias.
Inclua em sua alimentação alimentos fontes dos principais minerais que podem ajudar na prevenção das cãibras:

Cálcio – semente de gergelim, queijos brancos (minas, tofu, cottage, ricota), brócolis e couve;

Magnésio – semente de abóbora, castanhas e vegetais folhosos verde-escuros;

Potássio – banana, banana-passa, passas, água de coco e cereais integrais (arroz integral, aveia, granola, pão integral).

Lembre-se: uma boa noite de sono é essencial para garantir o período de descanso e promover a recuperação muscular!

FONTE MUNDO VERDE

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

CURSO DE NUTRIÇÃO E ESTÉTICA


EM NOVEMBRO MAIS UMA EDIÇÃO DO

CURSO DE NUTRIÇÃO E ESTÉTICA -

EM CARLOS BARBOSA-RS

Celulites? Flacidez? Pele oleosa? Queda de cabelo? Gordura localizada? Rugas? Unhas frágeis? No sol se queima com facilidade?...

Sua alimentação pode estar relacionada a estes problemas! Venha saber mais sobre alimentos e suplementos auxiliares no tratamento das desordens estéticas


Saiba mais e reserve sua vaga pelo e-mail: danimelere@yahoo.com.br

sábado, 9 de outubro de 2010

Nutrição esportiva

Conheça mais sobre nutrição no futebol, com a entrevista da colega nutricionista Lenice que trabalha junto ao Internacional

http://wp.clicrbs.com.br/tevejoemabudhabi/2010/09/29/nutricionista-do-inter-nao-espera-grandes-dificuldades-em-abu-dhabi/

Receita de Vitamina

Pesquisando na internet encontrei por acaso uma receita bem legal de vitamina, veja abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=GvYrqt-BY1w

abraços

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Aparência das unhas ajuda a identificar doenças

Alterações nas unhas podem auxiliar no diagnóstico de várias doenças. A análise é realizada por exame visual, com a ajuda de lupa ou dermatoscópio, para avaliação mais profunda da lesão. De acordo com a dermatologista Márcia Grieco, pode-se identificar desde carência de vitaminas até doenças graves como câncer e diabetes.
As alterações nas unhas ajudam no diagnóstico, mas não devem ser a única maneira de identificar problemas de saúde.
— É importante que a suspeita de doenças sérias seja avaliada com diferentes tipos de exame até o diagnóstico final. Nem todas as alterações de unhas são perigosas. Muitas vezes, o uso de produtos de limpeza sem a proteção de luvas ou pequenos traumas são responsáveis por alterações passageiras — explica a especialista.
Veja algumas alterações que facilitam o diagnóstico de doenças graves.
Psoríase: depressões puntiformes, superfície rugosa, unhas quebradiças e grossas.
Doenças renais: quando ocorre perda de proteína pelo rim, podem surgir estrias transversas. Unhas brancas próximas da raiz e vermelhas nas pontas ocorrem no caso de insuficiência renal crônica.
Doenças do sangue (anemias crônicas): palidez, descamação e fragilidade.
Doenças cardíacas e pulmonares: unhas azuladas (causadas pela falta de oxigenação) e muito côncavas.
Linfedema e infecção por HIV: síndrome das unhas amarelas
Doenças do fígado: unhas quebradiças, com estrias e frágeis. Em casos de cirrose, as unhas ficam brancas no centro e de cor rosada ao redor. Nos casos de perda de proteína, surgem manchas brancas.
Doenças do aparelho digestivo (doença de Chron e diarreias crônicas): unhas fracas e quebradiças.
Hipertireoidismo: crescimento rápido, unhas finas e moles.
Hipotireoidismo: crescimento lento, descamação e estrias.
Diabetes: facilita infecções por bactérias e fungos causadores de micose.
Doenças da suprarrenal: unhas escuras.
Desnutrição: unhas finas, esbranquiçadas, com pequenas hemorragias.
Doenças infecciosas graves (meningite, septicemia): pequenas manchas roxas sobre as unhas.

materia http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/2010/09/25/aparencia-das-unhas-ajuda-a-identificar-doencas/