Quem sou eu

Minha foto
Sou graduada em nutrição pela UNISINOS e pós-graduada em nutrição esportiva pela UGF/RJ. Formada em Florais de Bach, pelo Instituto Dr. Edward Bach. Cursos de extensão em Nutrição Funcional pelo Centro Brasileiro de Nutrição Funcional. Ganhadora de cinco prêmios de qualidade empresarial e profissional Agência Focus, na categoria nutricionista. Nutricionista com mais de 13 anos de experiência clínica em atendimentos voltados para o emagrecimento e qualidade de vida. Coach formada em Life Coach, Coaching Executivo Humanizado, Seis Necessidades Básicas Humanas & Empresariais Aplicadas, Coaching Educacional, Oratória Avançada - método Vanessa Tobias Coaching - Florianópolis/SC. Criadora do método de Coaching Nutricional – Leve Mente.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Compartilhando....

Olá pessoal vou compartilhar idéias e pensamentos de algumas colegas, os quais concordo!!
bjokas a todos

"Em resumo, a minha reflexão é sobre o caminho que a nutrição está tomando nos últimos anos. Infelizmente, vejo que estamos nos aproximando do "nutricionismo", neologismo que o jornalista americano Michael Pollan coloca em seu livro "Em defesa da comida". Uma ciência bitolada, que está tornando as pessoas menos saudáveis e mais preocupadas com aspectos irrelevantes de alim
entação, e que grande parte dos nutricionistas está promovendo. Sinto-me uma ovelha negra no mundo dos suplementos, nutrigenética e nutrigenômica, mas tenho a consciência tranquila de saber que trabalho com comida e com seres humanos, e não com máquinas metabolizadoras de calorias e nutrientes" by Lia Buschinelli

"Acredito que o excesso de peso é muito mais uma questão cultural do que meramente nutricional. Quando pensamos na Nutrição, a única coisa possível de trabalhar é o equilíbrio entre nutrientes. Quando pensamos na alimentação, precisamos nos atentar aos hábitos de vida, rotina diária, história familiar, memórias alimentares, influência das emoções na ingestão alimentar, conhecimentos c
ulinários, organização para comprar alimentos, disponibilidade de tempo, e vários outros fatores que estão muito acima da nutrição. A cultura atual caracteriza-se pela abundância, imediatismo, produtividade e comodismo. Infelizmente, a alimentação saudável, como se ensinava antigamente, raramente cabe neste cenário. Afinal, se eu paguei 
pelo rodízio na churrascaria preciso comer até explodir, e não até me sentir satisfeito. Se eu posso esquentar uma lasanha no microondas ou fazer um macarrão em 3 minutos, por que perder tempo cozinhando? Se eu posso tomar uma dúzia de cápsulas e shakes para chegar ao peso que desejo, por que praticar exercícios, comprar os alimentos e prepará-los em casa como faziam as avós de antigamente? Se eu posso subir de elevador ou escada rolante, por que usar a escada fixa? Se eu posso ir de carro, por que ir a pé? Só os trouxas usam a escada fixa e andam a pé. " Lia Buschinelli


Nenhum comentário:

Postar um comentário