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Sou graduada em nutrição pela UNISINOS e pós-graduada em nutrição esportiva pela UGF/RJ. Formada em Florais de Bach, pelo Instituto Dr. Edward Bach. Cursos de extensão em Nutrição Funcional pelo Centro Brasileiro de Nutrição Funcional. Ganhadora de cinco prêmios de qualidade empresarial e profissional Agência Focus, na categoria nutricionista. Nutricionista com mais de 13 anos de experiência clínica em atendimentos voltados para o emagrecimento e qualidade de vida. Coach formada em Life Coach, Coaching Executivo Humanizado, Seis Necessidades Básicas Humanas & Empresariais Aplicadas, Coaching Educacional, Oratória Avançada - método Vanessa Tobias Coaching - Florianópolis/SC. Criadora do método de Coaching Nutricional – Leve Mente.

terça-feira, 30 de março de 2010

Junk food pode viciar tanto quanto tabaco e drogas, diz estudo


A "junk food", comida de alto conteúdo calórico, pode viciar tanto quanto o tabaco e as drogas, segundo um estudo com ratos de laboratório publicado na última edição da revista científica "Nature".

Os ratos estudados, ao serem alimentados com 'junk food', acabaram se tornando comedores compulsivos de comida altamente calórica.

O estudo lembra que os dependentes têm debilitada a capacidade de ativação dos circuitos cerebrais responsáveis pela lembrança de experiências positivas, já que deixam de desempenhar essas atividades pela gratificação que recebem dela, e o fazem através da adição.

Quando os cientistas ofereciam aos ratos comida de alto conteúdo calórico como bacon, salsicha e bolo, junto a alimentos mais saudáveis que fazia, parte de sua dieta habitual, os animais optavam pela primeira e engordavam rapidamente.

O estudo também revela uma queda nos níveis de um receptor específico de dopamina nos ratos com sobrepeso, fenômeno que também aparece nos humanos viciados em drogas.

Os cientistas diminuíram artificialmente os níveis do receptor de dopamina em outro grupo de ratos, o que acelerou sua perda de sensibilidade a lembranças positivas quando comiam alimentos altamente calóricos

quinta-feira, 25 de março de 2010

Molhos leves para sua saladinha

Molho Básico
Ingredientes
• 1 col. (sopa) de azeite de oliva
• gotas de limão, sal e orégano a gosto

Misture os ingredientes e regue a salada.

Rende: 1 porção Calorias: 65

Molho Italiano
Ingredientes
• 1 col. (sobremesa) de azeite de oliva
• 1 col. (sobremesa) de vinagre balsâmico
• sal a gosto

Misture os ingredientes e regue a salada.

Rende: 1 porção Calorias: 35

Molho Mostarda
Ingredientes
• 1 col. (sopa) de azeite de oliva
• 1 col. (sopa) de mostarda
• ½ col. (sopa) de suco de limão
• 1 col. (sopa) de água, sal a gosto

Misture os ingredientes num potinho e sirva com a salada.

Rende: 1 porção Calorias: 75

Pesto de manjericão
Ingredientes
• 1 dente de alho
• 2 xíc. (chá) de folhas de manjericão
• ½ xíc. (chá) de azeite de oliva
• 1 col. (sopa) de queijo parmesão light ralado
• ½ xíc. (chá) de nozes picadas

No liquidificador, bata o alho o manjericão, o azeite e o queijo até formar uma pasta. Desligue o aparelho, coloque as nozes e bata por três segundos.

Rende: 10 porções (1 colher de sobremesa cada uma)
Calorias por porção: 130

Mix de sementes
Ingredientes
• 1 col. (sopa) de linhaça
• 4 castanhas-do-pará
• 6 amêndoas cruas
• 1 col. (sopa) de gergelim

No liquidificador, triture os três primeiros ingredientes Bata o gergelim rapidamente. Coloque num vidro e guarde na geladeira.

Rende: 5 porções (1 colher de sobremesa cada uma)
Calorias por porção: 55

Fonte: revista Boa Forma

quarta-feira, 17 de março de 2010

óleo de coco

O óleo de coco extra virgem é um produto 100% natural que vem de uma planta chamada Cocos nucifera L.,é prensado a frio, não é submetido ao processo de refinamento e desodorização, sendo extraído da polpa fresca de coco através de processos físicos após trituração, fases de prensagem e tripla filtragem.

Quando submetido a altas temperaturas, o óleo de coco extra virgem não perde suas características nutricionais, sendo considerado um óleo estável. É também considerado o mais saudável para cozinhar, não apresentando gordura trans gerada pelo processo de hidrogenação, que está presente em todos os óleos de origem vegetal, como os de soja, canola, milho e até o de oliva.

O óleo de coco é rico nos chamados Ácidos Graxos de Cadeia Média (triglicerídeos de cadeia média – TCM). Cerca de 65% do óleo de coco é constituído por Triglicerídeos de Cadeia Média. Os Tliglicerídeos de Cadeia Média também encontram destaque nas pesquisas atuais com os seguintes achados, entre outros:

• Auxiliam na redução nos níveis de Lp(a) ( Lipoproteína a). Níveis elevados constituem risco de desenvolvimento de doença aterosclerótica. (The Journal of Nutrition, 2003; 133: 3422–3427)
• Auxiliam no aumento dos níveis de energia e redução de gordura abdominal. (Obesity Research, 2003;11:395– 402)
• Podem ajudar na prevenção da obesidade. (The Journal of Nutrition, 2002; 132: 329–332)
• Podem aumentar a capacidade antioxidante geral do organismo. (Food Chemistry, 2006; 99(2), 260-266)
•Podem reduzir os níveis de colesterol e de triglicerídeos. (Clinical Biochemistry, 2004; 37 (9), 830-835)
•Podem auxiliar na redução do envelhecimento cutâneo. (Sabinsa Coorporation , 2007)

O óleo de coco virgem pode ser utilizado como tempero de saladas, adicionado a “shakes”, misturado em granola, iogurte, salada de frutas, etc. Pode também substituir os outros óleos utilizados na cozinha ou ser empregado em qualquer outro preparo culinário idealizado pelo consumidor. Pode-se também, tomar direto da colher, após as refeições. Algumas pessoas ingerem 30 minutos ou 1 hora antes da refeição, com o objetivo de aumentar o gasto energético

Abraços

sexta-feira, 12 de março de 2010

Bolinho de espinafre e aveia


Preparado com aveia, tem muita fibra e uma ou duas unidades já matam a vontade. Se não gostar de espinafre, pode substituir por agrião ou couve.

Ingredientes
• 1 maço de folhas de espinafre picadas
• 3 col. ( sopa) de queijo parmesão ralado
• 3 claras
• 1 cebola picada
• 2 dentes de alho picados
• 3 col. (sopa) de azeite
• 1 xíc. (chá) de aveia em flocos finos
• 1 col. (café) de fermento em pó
• Sal a gosto
• Noz-moscada a gosto

Modo de fazer
Aqueça bem uma frigideira e refogue a cebola e o alho no azeite. Junte o espinafre e refogue-o até murchar e secar a água do fundo da frigideira. Deixe esfriar. Transfira-o para uma tigela, acrescente o restante dos ingredientes e misture bem. Divida a massa em 15 porções iguais e achate-as como um hambúrguer. Aqueça uma frigideira antiaderente e grelhe os bolinhos dos dois lados até dourar. Sirva em seguida.

Receita criada pela SC Consultoria Culinária da Quaker, em São Paulo.

sexta-feira, 5 de março de 2010

A ciência a favor da beleza

Quando os cientistas começaram a desvendar com maior precisão os mecanismos do envelhecimento da pele, surgiram duas frentes nas pesquisas sobre como preservar a juventude por mais tempo. Uma levou aos cremes e a outros produtos de aplicação tópica, característicos da cosmetologia. A outra, cujas perspectivas eram igualmente promissoras, resultou em produtos de uso interno: compostos principalmente de pílulas de vitaminas, proteínas ou sais minerais que, ingeridas, ajudam a manter a pele saudável, eles receberam o nome genérico de nutricosméticos. Os primeiros apareceram no início da década de 90 e eram feitos à base de colágeno. Essa proteína presente no tecido conjuntivo é determinante na sustentação e firmeza da pele. Hoje, os nutricosméticos mais populares são fabricados com betacaroteno, vitaminas A, C e E, zinco, colágeno, licopeno, isoflavona e silício orgânico. Alguns desses componentes podem ser encontrados em combinação numa só pílula. O principal objetivo continua a ser o original: preservar e estimular a produção de colágeno.

A maioria das substâncias é oferecida por frutas e legumes (o licopeno está presente no tomate e a isoflavona na soja). Mas as pílulas reúnem uma concentração de elementos ativos que dificilmente se consome na alimentação diária. "A eficiência é maior que a dos cosméticos tópicos porque os nutricosméticos partem de dentro do corpo", disse a VEJA a engenheira química francesa Patricia Manissier, diretora de pesquisa e desenvolvimento dos Laboratórios Innéov, em Paris. Cada substância presente nas pílulas contribui de determinada maneira no esforço de combater os radicais livres, átomos de hidrogênio que ficam entre as células e que danificam as estruturas proteicas que dão sustentação à pele, entre elas o próprio colágeno. O stress, o cansaço, a má alimentação e a exposição ao sol aumentam a quantidade dos radicais livres. "O betacaroteno é uma das substâncias mais eficazes nesse processo, formando uma camada de proteção na pele que reduz os efeitos nocivos do sol", diz a dermatologista paulista Ligia Kogos. O licopeno, por sua vez, responsável pela coloração vermelha dos alimentos, estimula a produção de melanina e proporciona um bronzeado com aspecto mais natural.

Este texto é parte da matéria da Revista Veja, Edição 2154.
Consulte uma nutricionista para saber qual o nutricosmético adequado para você!
Abraços